
A repercussão nacional da morte de Priscilla Veríssimo, 29 anos, funcionária do Hospital Chama, em Arapiraca, levou a direção do hospital a emitir uma nota desmentindo que tenha demitido a funcionária.
O hospital presta solidariedade à familia de Priscila, que morreu vítima de Covid-19, na quarta-feira, 24. Destaca ainda que ela era uma colaboradora exemplar e pede respeito à sua imagem.
Eis a nota do Chama:
O CHAMA – COMPLEXO HOSPITALAR MANOEL ANDRÉ, em indignação e repúdio
às informações inverídicas, sobre a saudosa colaboradora Priscila Veríssimo, que estão sendo divulgadas pelos meios de comunicação em geral, presta os seguintes esclarecimentos: Inicialmente, o Hospital CHAMA presta todo seu apoio e solidariedade à família da recepcionista Priscila Veríssimo, que veio a óbito por complicações do Covid-19 no dia 24 de Fevereiro, que além de suportar a perda de sua ente querida, vê sua memória maculada por notícias que não condizem com a verdade e vinculada a posicionamento político utilizada por aproveitadores.
Ao contrário do que tem sido divulgado pelos meios de comunicação, Priscila não era
enfermeira, exercia a função de recepcionista e não houve qualquer ato de demissão, exerceu normalmente suas atividades até o dia 12 de Fevereiro, quando foi afastada com sintomas da doença e posteriormente veio a óbito na condição de funcionária.
Reconhecida por sua simpatia e excelência nas atividades laborativas, Priscila nunca
expôs opinião ou posicionamento político em seu ambiente de trabalho, tampouco, realizou qualquer manifestação sobre a eficácia ou não da vacina contra CORONA vírus.
Assim, prestado os devidos esclarecimentos, requer que seja retirada, imediatamente,
todas as notícias inverídicas dos meios de comunicações e que a imprensa emita nota de esclarecimento com pedido de desculpas pelas notícias que foram transmitidas, contaminadas de informações inverídicas, em verdadeiro desrespeito a falecida, seus familiares e a toda sociedade que merecem receber informações verdadeiras, pautadas na ética, bom senso e que respeitem a dignidade da pessoa humana.
Por fim, o CHAMA reitera o sentimento de solidariedade à família de Priscila Verissimo, ao tempo em que, lamenta profundamente as notícias veiculadas.














