
O presidente Lula afirmou, em entrevista exclusiva à Record neste domingo (23), no Domingo Espetacular., que trata com “muita seriedade” as investigações envolvendo seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. O presidente disse que não cabe a ele atuar como juiz ou delegado, mas como responsável por garantir que as instituições possam trabalhar.
“Todos nós somos obrigados a agirmos corretamente. Se alguém está agindo de forma equivocada, esse alguém tem que ser investigado. Isso vale para o meu filho, vale para qualquer pessoa. Ninguém está [acima da lei] se cometer erro”.
Lula acrescentou que orienta o filho a se defender e apresentar sua versão dos fatos.
Lula ressaltou que não interfere nas apurações. “Investigue-se. E todo mundo tem o direito de provar se é inocente. Se alguém cometeu erro e esse erro trouxe prejuízo aos cofres públicos, essas pessoas terão que pagar”, disse.
“Meu filho sabe se cometeu erro, ele vai ser julgado, vai ser punido ou vai ser inocentado. Mas ele tem que provar a inocência dele.”














