
Para ter seu nome aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o Advogado Geral da União (AGU), Jorge Messias, precisa de 14 votos, que representa a maioria simples dentro da comissão, para chegar como ministro no Supremo Tribunal Federal (STF).
Atualmente Messias conta com o apoio de 11 senadores e 7 estão contra. Há ainda 9 parlamentares ainda não se manifestaram sobre as intenções de voto para o caso.
Para os governistas, se o cenário já foi complicado anteriormente, agora se mostra favorável e deverá consolidar a indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou da corte.
A expectativa de aprovação por maioria simples, para os governistas, está no fato de os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Cid Gomes (PSB-CE) ainda não terem se posicionado sobre seus votos. Os dois são da base do governo.
O problema
O grande desafio para o Palácio do está exatamente no plenário do Senado, quando Jorge Messias precisará de 41 votos dos 81 senadores para ser aprovado como ministro. Hoje a bancada do governo Lula na chamada “Casa Alta” é formada por apenas 30 senadores.














