
Com direito a R$ 882 milhões do fundo eleitoral, a maior entre todos os partidos, o PL ainda assim chegou aos primeiros dias de campanha oficial contabilizando um “rombo” de R$ 80 milhões, segundo revelou o próprio presidente do partido, Valdemar da Costa Neto.
Reservadamente, Valdemar admite a interlocutores mais próximos um “erro” ao fazer as vezes de tesoureiro e ter “torrado” cerca de 120 milhões de reais dos 150 milhões de reais que ele havia deixado guardado na fase de pré-campanha
A procura intensa dos candidatos do partido pelos recursos do Fundo Eleitoral tem deixado tenso o presidente do partido. Com maior parte destinada a campanha de Flávio Bolsonaro, uma grande leva de candidatos estão ficando de fora da planilha atual.
Valdemar reconheceu em entrevista à revista Veja que um grupo de candidatos tem cobrado os recursos, mas estão voltando de “pires nas mãos”.
Segundo Valdemar, muitos ainda não entenderam que a verba que irrigou seus projetos antecipadamente era uma coisa “e o dinheiro prometido para a campanha oficial é outra”.
O rombo nas contas do partido com a maior cota do Fundo eleitoral terá que ser explicado à Justiça Eleitoral














