
A investigação sobre a morte da servidora pública Tamara Silva de Oliveira Cordeiro, de 33 anos, atropelada por um caminhão desgovernado em Palmeira dos Índios, indicou que o motorista pode ter agido sob efeito de drogas. Testemunhas relataram que ele teria dito, no momento do acidente, ter ingerido um estimulante para inibir o sono.
Ao prestar depoimento, porém, o caminhoneiro mudou a versão e alegou ter sido vítima de assalto, com o suposto criminoso assumindo o volante. A polícia não encontrou indícios de que havia outra pessoa no veículo, e testemunhas afirmaram que ele estava sozinho.
Inicialmente tratado como acidente, o caso foi reclassificado para homicídio doloso. O chefe de operações da delegacia de Palmeira dos Índios, Diogo Martins, disse que o motorista foi autuado por assumir o risco de matar a vítima. Ele passará por exame toxicológico para comprovar qual substância consumiu. A polícia também tenta obter imagens de monitoramento da área para esclarecer as circunstâncias do atropelamento.














