25 de junho de 2022Informação, independência e credibilidade
Blog da Graça Carvalho

Surpresa: A Rua Zeferino Rodrigues existe e respira aliviada!

Após denúncias do Eassim, equipes da Prefeitura fizeram mutirão e desativaram o ‘lixão’ que encobria a rua e causava transtornos

* Por Fátima Almeida

Parece outro cenário, mas é mesmo a Rua Zeferino Rodrigues, aquela que mostramos em postagem de três dias atrás, neste mesmo espaço – Blog da Graça Carvalho, no Eassim.net – pedindo providências dos órgãos municipais para os transtornos causados pelo lixão que se instalou no local, encobrindo a rua e a calçada, agravado pelo estacionamento irregular de carretas que fecham a rua, tornando-a intransitável para pedestres e veículos.

O problema é antigo e já foi foco de muitas outras reclamações. Mas desta vez, nossa queixa – feita também por meio dos microfones da Rádio Gazeta, no programa do querido Warner Oliveira – encontrou olhos e ouvidos na Prefeitura de Maceió – ainda bem. E nesta quinta-feira, logo cedo, a grata surpresa ao passar pelo local e encontrar um mutirão de serviços envolvendo equipes de limpeza e capinação da SLUM; de fiscalização e controle da Secretaria de Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente (SEDET); e do Centro de Zoonoses de Maceió, executando o dever municipal de limpar, fiscalizar e cuidar bem das vias públicas.

Recolheram o lixo que cobria toda a calçada, na extensão lateral da Escola Estadual Benedito de Moraes; varreram e capinaram a rua; mandaram retirar as carretas que estacionavam de qualquer maneira, inviabilizando a passagem de outros veículos, e conversaram com motoristas e representantes das transportadoras localizadas na área, para o uso consciente da via.

Deram um trato geral no ambiente. E eis que de repente, a rua que havia se tornado invisível e intransitável por causa do lixo e do desleixo, apareceu, respirou junto com seus moradores, exibindo a nova aparência: de rua limpa.

Dever do poder público? Sim! Mas também dever nosso, da mesma forma que registramos a crítica, registrar o retorno, com serviço.

Melhor ainda do que a faxina geral que foi feita, é a promessa dos agentes que estavam no local, de que a ação terá continuidade com a reconstrução da calçada, destruída pelo mal uso, e a manutenção de fiscalização rotativa para evitar que os descartes irregulares de lixo voltem a acontecer.

Que assim seja: para o bem estar dos cidadãos que ali residem ou por ali passam e para o bem da saúde coletiva.

Como já falamos: não basta limpar. Tem que fiscalizar e punir os que transformam a rua em ponto de descarte. Até porque, a menos de um quilômetro do local – próximo ao Colégio Santa Rosa, na Pajuçara – tem um ecoponto para esse tipo de lixo que estava sendo deixado no local.

Uma campanha educativa também cairia bem, para conscientizar comerciantes, moradores, estudantes, professores – toda a comunidade local – a também estar atenta ao descartes irregular de lixo, denunciar e acionar os órgãos responsáveis quando isso acontecer, contribuindo para que a limpeza torne-se um hábito e um bem comum.

É preciso estar vigilante.