15 de abril de 2021Informação, independência e credibilidade

Tag: Evangélicos

Depois do perdão das dívidas de R$ 1,9 bi, pastores agora querem isenção total

Depois do perdão das dívidas de R$ 1,9 bi, pastores agora querem isenção total

Blog, Marcelo Firmino
Só  há uma razão para que pastores evangélicos briguem nas redes sociais - e contra o STF - pela reabertura de suas igrejas em plena pandemia do coronavírus: O lucro. Não há outra. As igrejas enchem e eles passam as sacolinhas nos templos cada vez mais suntuosos de Malafaias, Santiagos, Macedos e Soares, entre outros. Estes senhores receberam do presidente Jair Bolsonaro, via Congresso Nacional, o perdão de R$ 1,9 bilhão em débitos inscritos na Dívida Ativa da União (DAU). Incluindo aí dívidas com a Receita Federal. É o maior escândalo da renúncia fiscal já praticado no País. Deviam e foram liberados do pagamento. Simples assim. Só que agora eles querem muito mais. Passaram a defender uma reforma tributária no País que lhes atenda da melhor forma possível. Segundo o Jorn
Na Câmara, há quem diga que Arthur Lira não perde nem para um trem desgovernado

Na Câmara, há quem diga que Arthur Lira não perde nem para um trem desgovernado

Blog, Marcelo Firmino
O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) é determinado e corre célere para ser o presidente Câmara no fevereiro que vem. Há quem sustente que do jeito que as coisas vão correndo será muito difícil alguém afastá-lo do seu objetivo. Alguns observadores do processo batem na tecla e sustentam: Lira não perde nem para um trem desgovernado. Hoje, quinta-feira, 15, o deputado alagoano fechou o apoio de 180 parlamentares da bancada evangélica. Essa, toda ela, ligada aos apstores Edir Macedo, Valdemiro Santiago, RR Soares e Silas Malafaia. Eles, todos, patrocinadores políticos do principal articulador da candidatura de Arthur Lira, que vem a ser sua excelência, Jair Bolsonaro, sem partido. Patrocinado por Rodrigo Maia, atual presidente da Câmara, o principal adversário de
Silas Malafaia diz que Bolsonaro é ridículo e que ele não é um puxa saco

Silas Malafaia diz que Bolsonaro é ridículo e que ele não é um puxa saco

Blog, Brasil, Marcelo Firmino
Silas Malafaia, o pastor evangélico neopentecostal, tem uma sede de poder imensurável. E é agressivo na defesa dos seus interesses. Líder da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Vitória em Cristo, ele se transformou em cabo eleitoral de Jair Bolsonaro de olhos em fatias do poder que lhe interessam. O perdão das dívidas dele e da igreja junto à Receita Federal é uma das metas. Só a gravadora de música gospel que ele tem deve mais de R$ 1,2 milhão. Agora, Malafaia quer indicar um ministro para o Supremo Tribunal Federal. Reuniu vários pastores amigos e foi a Bolsonaro defender sua tese de que os evangélicos querem um ministro no STF. Em não sendo atendido, no primeiro momento, ele saiu atirando contra o chefe da Nação. Disse em gravação na internet que Bolsonaro "é ridículo".
Filho de R.R. Soares, deputado presenteia o pai com perdão de R$ 37 milhões

Filho de R.R. Soares, deputado presenteia o pai com perdão de R$ 37 milhões

Blog, Brasil, Marcelo Firmino
O deputado federal David Soares (DEM-SP) é filho do Pastor da Igreja Internacional da Graça, R.R. Soares. A eleição de deputado foi um presente que ele ganhou do pai  com a ajuda dos fiéis da igreja. Agora, David retribui o mimo com juros e correção monetária, a partir do plenário da Câmara. É dele a emenda que dá perdão tributário as igrejas - a emenda foi parcialmente vetada. Na forma, a emenda estabelece que toda dívida CNPJ da Igreja com a União,  vinculada a contribuições previdenciárias,  deixarão definitivamente de ser cobradas desde ontem, segunda-feira, 14. No caso da igreja do Pastor R.R, Soares, a dívida a ser perdoada, já descontado o veto para artigos da Receita Federal, é de R$ 37,8 milhões. Vamos e venhamos é um negócio da China do deputado para papai. O d
Evangélicos passarão boiada no Congresso com fraquejada na caneta de Bolsonaro

Evangélicos passarão boiada no Congresso com fraquejada na caneta de Bolsonaro

Brasil
Depois do Congresso perdoar dívidas tributárias de igrejas, que já superam e muito R$ 1,5 bilhão, o presidente Jair Bolsonaro podia fazer o uso da caneta para mostrar sua força. Mas usando de sua própria explicação de ter uma filha, pós o nascimento de quatro herdeiros, Jair deu uma fraquejada. Bolsonaro resolveu vetar só parcialmente o texto aprovado. De três itens, apenas um não teve a aprovação presidencial: a anistia das multas por não pagamento da contribuição previdenciária. E não só ele abriu as penas para bancada religiosa, mantendo a isenção do pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e perdão completo das multas, como de maneira covarde pediu para o Congresso derrubar seu próprio veto. https://twitter.com/jairbolsonaro/status/1305421652780617728?