28 de novembro de 2021Informação, independência e credibilidade
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Anvisa, acabou porra; coloca aí na bula que estou mandando: é cloroquina

Ah, e quem quiser “vachina” vá tomar na casa da sua mãe

E o “cientista” na sua alucinada obsessão disparou para os auxiliares:

-Tragam aqui a Cloroquina e incluam aí que é um placebo bom para matar Covid-19.

E matou. Não a Covid e sim mais de 400 mil brasileiros. Afinal, o virus ficou solto, passando de cara em cara, de mão em mão, e foi  fazendo suas vitimas, negacionistas ou não.

Mas, segue a ordem do comandante:

– Firmem-se contratos sem licitação, produzam milhões de comprimidos de cloroquina e vamos pagar essa empreitada. Sou eu que mando. Dê-se ciência, e cumpra-se!

Deixem esse negócio de “vachina” pra lá. Vachina do Dória? Não vai ser comprada e quem tomar vai virar jacaré.

Mas tem também outras fórmulas, que muita gente aqui está tomando escondido, como o  “ozônio no reto”. Alguns gostaram muito. Inclusive general…

Mas o negócio é Cloroquina, cloroquina, cloroquina…

Anvisa avisa aí que o decreto colocou na bula que o remédio é cloroquina. Se tiver em pó, melhor por que basta cheirar… Cura e ainda tem barato.

Ah, faltou dizer no decreto que quem quiser a “vachina” vá tomar na casa da sua mãe.

Está decretado e pronto!

Depois ficam aí dizendo que eu sou um caso patológico. Que é genocídio. Não é cloroquina!

E vamos acabar com essa merda, essa putaria de vachina. Queiroz já disse que eles têm um cometa pra enfiar na gente. Mas tudo tem um limite.

Acabou. Acabou porra!

Caso patológico um caralho! Quem manda sou eu.

E agora uma pausa para o meu leite condensado…