
Jair Bolsonaro é o tipo de político que não aceita nenhum movimento de oposição, nem críticas.
E o pior: Não aceita decisão judicial que contrarie os seus interesses. Ele quer a justiça como apêndice do seu governo.
Foi nesse rito que ele interferiu na Polícia Federal e a transformou em uma instituição ao seu dispor. Tanto que os delegados que investigavam casos envolvendo seus filhos – e até amigos íntimos – foram afastados de suas funções.
Agora, ele vai mais além e manda que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Kássio Nunes e André Mendonça, indicados por ele, peçam vistas no processo movido pela corte contra o deputado bolsonarista, Daniel Silveira.
De preferência que sentem em cima do caso até terminar as eleições. Assim, o parlamentar, que afrontou ministros do STF, não será julgado e poderá disputar as eleições deste ano.
A interferência no Supremo e nas decisões judiciais, de um modo geral, é um sonho antigo de Bolsonaro. O que é típico de um comandante totalitário. Como nas republiquetas.
Por isso mesmo seu filho 03 já disse antes que para fechar o STF basta um jeep, um cabo e um soldado.














