Está difícil de engolir a situação do CRB no campeonato brasileiro da série B. Mais uma partida dentro de casa sem vitória é mais que um vexame desolador. É uma profunda traição à alma apaixonada do torcedor regatiano.
Depois de uma partida como a que fez o Regatas contra o Payssandu, lá do Pará, no Rei Pelé, neste sábado, 23, fica a sensação de que estão todos de brincadeira dentro de campo. Uma espécie de deboche contra o jeito de ser regatiano.
Não. Isso é inaceitável. 
Sinceramente, é impossível, novamente, não cobrar responsabilidades dos atletas e da comissão técnica. E quem tem o dever de fazê-lo é a direção do clube.
O que se percebe é que parece haver um receio dos nossos dirigentes de exigirem postura de homens e profissionais de todos os contratados, sabe-se lá o porquê.
O galo não canta, não voa e na tabela do campeonato vai ficando nos últimos lugares. Isso é de uma tristeza sem igual para a nação alvirrubra que esperava bem mais de sua equipe nas competições disputadas este ano.
O CRB desce a ladeira e, da forma como está indo, não se sabe aonde vai parar. Ou até se sabe mesmo.
Talvez, estejam querendo que a competição acabe para em seguida se dizer: 2018, um ano para ser esquecido.
Ou acordam todos, ou o galo vai sucumbir no terreiro.














