Após ter o mandato de deputado federal cassado pela Mesa Diretora da Câmara, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) passou a expor a preocupação de perder também o seu passaporte diplomático.
Se isso vier a acontecer, conforme entrevista que deu no SBT News, ele teme as consequências que surgirão, diante da situação em que agora vive nos Estados Unidos.
Segundo declarou há uma ordem a todas as embaixadas e consulados brasileiros “para que eu não possa ter o passaporte comum. Assim sendo, dentro de 30 ou 60 dias, assim que eu perder meu mandato e for notificado, tenho que devolver o meu passaporte diplomático”, afirmou Bolsonaro, sem dar mais detalhes sobre a origem da informação.
“Vou ficar sem passaporte brasileiro em mais uma tentativa de Alexandre Moraes de minar o meu trabalho. Estou ‘vacinado’, sei as estratégias dele. […] Em princípio, estou sob risco de perder o passaporte brasileiro. Isso não me impediria de fazer outras saídas internacionais porque tenho outros meios para fazê-lo. Ou quem sabe até correr atrás de um passaporte de apátrida. Vamos ver como é que isso acontece”, continuou.
O que é
O passaporte apátrida é um documento de identificação pessoal reconhecido internacionalmente emitido pela Liga das Nações a refugiados apátridas.
Segundo o site da Câmara, o passaporte diplomático de Eduardo Bolsonaro e sua esposa foi emitido em 2023, com validade até 31 de julho de 2027. A página indica que o documento não é mais válido.














