
Se o presidente Jair Bolsonaro é considerado por grande parte da população como um ser inapto para o cargo que ocupa, o general Eduardo Pazuello o superou em muito.
Tanto pela incapacidade de gestão, como pela subserviência tosca. Um general sem altivez no comando de uma pasta fundamental para o País, principalmente nesta época de uma crise pandêmica sem precedentes.
Pazuello foi um verdadeiro embuste. Só piorou as coisas.
O homem resistiu para sair. Agarrou-se em todas as ramas do poder para não ser defenestrado do cargo. Não houve jeito.
Até por que, ou saía ou o Centrão derrubava o governo.
Mas ao deixar o ministério tentou se exibir e se eximir de responsabilidades que lhe cabiam na gestão atrapalhada que liderou.
No ato da mudança de Ministro, declarou: “Não é uma transição, é um só governo. Continua o governo Bolsonaro, continua o ministro da Saúde”. Disse.
Saiu menor do que entrou. É como se de general tivesse sido reduzido a cabo.
Pelo que fez e o que deixou de fazer no controle da pandemia era para sair do ministério algemado. Tivemos a multi incompetência na gestão da saúde e o resultado é trágico.
O país está chegando a 300 mil mortos de Covid. Quem vai pagar por isso?
Que o novo ministro da Saúde traga luz e ação para salvar vidas no País.














