23 de junho de 2021Informação, independência e credibilidade
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Política, religião e futebol: precisamos discutir mais isso

No Brasil, política, religião e futebol se misturaram. E olha no que deu!

Como um ditador, Bolsonaro meteu a mão nas consciências da população que lotam as igrejas, notadamente, as pentecostais e neopentecostais. E, agora, interfere na Seleção brasileira de futebol.

Isso é o que dá não discutir essas três instituições, altamente presentes na vida nacional. Temos um povo alienado e dividido. Os oportunistas têm, em mãos, instrumentos políticos fortes.

Futebol, política e religião se discutem, sim, na medida em que deixam a esfera pessoal e começam a tentar interferir na coletividade. No âmbito pessoal, todos merecem respeito e é por isso que devemos preservar a laicidade do Estado.

A partir do momento em que chegamos ao ponto de termos uma bancada evangélica no Congresso e outra da bola, interferindo ou tentando interferir nos destinos de milhões, é justa e necessária qualquer discussão nesse sentido.

A fé e a torcida de cada um e suas convicções políticas devem ser respeitadas. Bolsonaro, não.