Se apertar, a extrema-direita rebola e até muda de voz

Medíocres, covardes, pequenos. Qualquer adjetivo com sentido semelhante é adequado aos espécimes da fauna da extrema-direita.

Os bichos escrotos saem às ruas para pedir AI-5, ditadura e não aguentam uma amostra grátis do que desejam.

Eu morro de rir. Olha por quem o mimadinho chama quando recebe uma “intervenção militar” grátis:

https://twitter.com/izaquengmailco1/status/1251932713906552832?s=20

Pois é, com o AI-5 os milicos prendiam, torturavam e até matavam quem se manifestava. Ainda quer isso, bebê?

Um empresário do ramo de gastronomia falou grosso ao ameaçar dar um tiro no governador Renan Filho.

Na delegacia, sem o revólver, andou rebolando e até mudou de voz.

E o velho que agrediu um casal por usar vermelho? Os imbecis que avacalharam os símbolos e as cores nacionais querem controlar até a tonalidade de nossas roupas?

Vejam a covardia:

https://twitter.com/carlosrro/status/1252066404095995904?s=20

A galera não perdoa. Em minutos, já se sabia até o CPF dele.

O destemido patriota, homem de bem, defensor da moral, dos bons costumes e da família tradicional, como geralmente é com esse tipo de gente, teve a sua verdadeira face revelada.

O nome dele é Paulo Henrique Rempel, morador de Porto Alegre. Dele, descobriram que é concursado do Hospital das Clínicas da capital gaúcha, onde ingressou em 2007. No ano seguinte, entrou com um processo alegando incapacidade laborativa.

Alegou transtornos psiquiátricos e ficou – como dizem repudiar os ditos “patriotas” da direita conservadora e “trabalhadora” – 10 anos “mamando nas tetas do governo”.

Em 2018, perdeu o benefício e está recorrendo.

Esses três casos sintetizam muito bem a moralidade de boutique dessa gente autoritária e moralista. Aqueles tipinhos que vão a portas de quartéis implorar pelo fim da democracia ao invés de tentar aperfeiçoá-la.

Não querem o melhor para ninguém. Vivem do caos e de espalhar sua hipocrisia e infelicidade. Apontam o dedo para o outro, mas esquecem dos que ficam apontados para elas.

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