27 de setembro de 2021Informação, independência e credibilidade

Dia: 5 de setembro de 2021

Escândalo internacional: Anvisa não parou ‘motociatas’, mas proibiu Brasil X Argentina

Escândalo internacional: Anvisa não parou ‘motociatas’, mas proibiu Brasil X Argentina

Esportes
  A imprensa internacional coloca o Brasil como vergonha nacional no combate a pandemia, após a proibição do jogo Brasil e Argentina pelas eliminatórias da Copa do Mundo. O jogo seria realizado neste domingo, 5, na Arena Neo Química, em São Paulo. O jogo foi interrompido por funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com a alegação de descumprimento de regras sanitárias por parte da equipe argentina. A intervenção da Anvisa no jogo chama a atenção pela operação determinada. A agência, no entanto, deixou de atuar no descumprimento das normas sanitárias em várias "motociatas", onde o presidente da República, sem máscara, promoveu aglomerações em várias regiões do País. Incrível, mas os  agentes da Anvisa entraram no gramado para determinar a deport
Anvisa suspende jogo do Brasil para tirar de campo jogadores da Argentina

Anvisa suspende jogo do Brasil para tirar de campo jogadores da Argentina

Esportes
Nos primeiros minutos de jogo entre Brasil e Argentina, neste domingo (5), pelas Eliminatória da Copa do Mundo, agentes da Anvisa entraram em campo, interromperam o jogo e impediram que os jogadores argentinos que vieram da Inglaterra disputem o confronto. A Anvisa pretente deportar e multar os quatro atletas que jogam na Inglaterra, por violarem regras sanitárias. Com isso, a seleção da Argentina se retirou de campo. O imbróglio começou antes mesmo do jogo iniciar. Funcionários responsáveis pela operação do jogo tentaram impedir a entrada no campo, mas não conseguiram. Minutos depois, os jogadores da seleção argentina deixaram o gramado. No início da tarde, a Anvisa chegou a emitir um comunicado no qual apontou "risco sanitário grave, e por isso orientou às autoridades em saú
Novo código eleitoral acaba com sobras partidárias e impõe quarentena para militares

Novo código eleitoral acaba com sobras partidárias e impõe quarentena para militares

Política
O fim das sobras partidárias e a quarentena para candidatura de militares foram as principais preocupações apontadas pelos deputados que debateram a proposta do novo Código Eleitoral (PLP 112/21). O projeto começou a ser discutido no Plenário da Câmara dos Deputados na última quinta-feira (2) e poderá ser votado nesta semana. A relatora da proposta, deputada Margarete Coelho (PP-PI), anunciou que vai retirar do seu texto o fim das sobras partidárias. Antes disso, ao apresentar seu relatório, ela afirmou que as sobras partidárias ficariam de fora do Código Eleitoral até que os deputados discutissem o PL 783/21, do Senado, que permite a distribuição de sobras nas eleições proporcionais a partidos que tiverem 70% do quociente eleitoral. “Conforme acordo firmado nesta Casa com líd
Com exportação de carne proibida, produtores querem solução rápida para caso da vaca louca

Com exportação de carne proibida, produtores querem solução rápida para caso da vaca louca

Brasil
Exportadores de carne bovina do Brasil agora pressionam o Ministério da Agricultura para encontrar uma solução rápida para o caso da doença da vaca louca, que apareceu em carnes de frigoríficos de Minas Gerais. Diante disso, a exportação de carne para a China logo foi suspensa, gerando um prejuízo imenso para o setor agropecuário no País. Com a doença em evidência, não há um prazo para que sejam retomadas as exportações de carne bovina do Brasil para a China, nem para os demais mercados consumidores no exterior. Após as investigações da vigilância sanitária, o Ministério da Saúde descobriu casos da vaca louca também no Mato Grosso. Atípicos - Para o Ministério da Agricultura, os casos encontrados agora no Brasil são atípicos. Isto é, surgiram de forma espontânea
Governo Bolsonaro gastou quase R$ 4 milhões em desfile militar

Governo Bolsonaro gastou quase R$ 4 milhões em desfile militar

Brasil
O governo Jair Bolsonaro gastou R$ 3,7 milhões para realizar o desfile militar do último 10 de agosto, em Brasília, quando a Câmara dos Deputados estava votando a PEC do voto impresso defendida pelo presidente da República. O valor foi obtido pelo Estadão por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) e se refere aos gastos da Marinha com a edição deste ano da Operação Formosa, um treinamento militar realizado anualmente no interior de Goiás. A exibição dos blindados foi interpretada como uma tentativa do presidente Jair Bolsonaro de intimidar o Poder Legislativo para aprovar o texto. O trajeto contou com cerca de 150 veículos militares, que passaram em frente ao Planalto, sob a justificativa de entregar um convite a Bolsonaro e a diversas autoridades da República para que parti