22 de maio de 2022Informação, independência e credibilidade

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IBGE: Varejo vem se recuperando, mas apresenta queda de 7,2% neste ano em AL

IBGE: Varejo vem se recuperando, mas apresenta queda de 7,2% neste ano em AL

Economia
Em Alagoas, as vendas do comércio varejista cresceram 8,4% de julho para agosto, mostrando uma recuperação após o relaxamento das medidas contra o avanço do coronavírus. Segundo o IBGE, foi a quarta alta mensal seguida. Na comparação com agosto de 2019, o comércio cresceu 5%, o primeiro resultado positivo desde fevereiro. Mas o resultado anual não é bom: no acumulado do ano, a variação foi negativa, -7,2%. A situação é a mesma em todo o Brasil, que neste mês teve alta de 3,4% na passagem de julho para agosto, atingindo o maior patamar da série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC). Já mo acumulado do ano, no entanto, teve queda de 0,9%. Brasil Na passagem de julho para agosto, cinco das oito atividades do comércio varejista tiveram alta: tecidos, vestuário e calçad
Desemprego recorde no Brasil atinge 13,1 milhões de pessoas

Desemprego recorde no Brasil atinge 13,1 milhões de pessoas

Economia
A reabertura de comércio e serviços em meio à pandemia intensificou o aumento do desemprego no Brasil, que bateu recorde e chegou a 13,8% no trimestre encerrado em julho. É a maior marca da série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, que calcula a desocupação oficial do país e teve início em 2012. Isso representa 13,1 milhões de pessoas na fila do emprego, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta quarta-feira (30). No trimestre anterior, terminado em abril, o desemprego no Brasil havia fechado em 12,6%. Em janeiro, a taxa estava em 11,2%. Na comparação com o mesmo trimestre de 2019, o aumento no desemprego foi de 2 pontos percentuais, ou 561 mil pessoas. A população ocupada também bateu reco
Amazônia perdeu 1/4 de sua cobertura florestal nos últimos 18 anos

Amazônia perdeu 1/4 de sua cobertura florestal nos últimos 18 anos

Brasil
A Amazônia perdeu 269,8 mil km² de florestas nos últimos 18 anos. A área é maior do que o Reino Unido, representa quase um quarto da sua cobertura florestal e, segundo o IBGE, metade das alterações (50,2%) foi para transformar áreas em pastagem. Os dados fazem parte do estudo "Contas de Ecossistemas: Uso da Terra nos Biomas Brasileiros (2000-2018)", divulgado hoje pelo IBGE, que, pela primeira vez em sua história, mapeou os diferentes ecossistemas brasileiros para detalhar o estado em que estão e as mudanças que ocorreram desde o começo do século. No período analisado, a proporção de terras da Amazônia usadas para pasto cresceu 71%, passando de 248,8 mil km², em 2000, para 426,4 mil km² em 2018. Foi o bioma que mais registrou mudanças no uso da terra. A área para a agricultura ta
Alagoanos relaxaram mais ainda no isolamento social em agosto, segundo IBGE

Alagoanos relaxaram mais ainda no isolamento social em agosto, segundo IBGE

Alagoas
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados da Pnad Covid-19,  70,4% da população de Alagoas adotaram medidas mais restritivas de isolamento social no mês de agosto - a taxa é menor que a registrada em julho, que foi de 78,6%. Por causa disso, aumentou o número de pessoas que flexibilizaram os contatos com parentes e amigos: em agosto, 29,2% afirmaram não ter feito nenhuma restrição, contra a taxa no mês de julho que era de 20,9%. Desde então, as pessoas saíram mais de casa e receberam mais visitas. Desocupação A pesquisa do IBGE também mostra que, em agosto, aumentou a taxa de desocupação em Alagoas, de 15,7% para 16,4%. O estado agora tem  a sexta maior taxa percentual do país nesse indicador, atrás apenas de Bahia (18,1%), Maranhão (18,1%), A
Pelo menos 282 mil alagoanos passam fome, segundo o IBGE

Pelo menos 282 mil alagoanos passam fome, segundo o IBGE

Alagoas
Segundo o IBGE, em Alagoas pelo menos 8,5% da população vive em lares em situação de insegurança alimentar grave. Ou seja: 282 mil pessoas em algum momento convivem com a fome, que se tornou uma realidade no domicílio. Alagoas fica atrás apenas do Maranhão no Nordeste, com maior percentual de insegurança alimentar grave (8,5%). Maranhão 12,7% Alagoas 8,5% Rio Grande do Norte 8,1% Pernambuco 7% Paraíba 6,9% Bahia 6,7% Ceará 6,5% Piauí 5,9% Sergipe 5,2% Além disso, assustadores 60% da população do estado, ou pouco mais de 2 milões de pessoas, está em algum nível de insegurança alimentar, de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares Contínua (POF), divulgada nesta quinta-feira (17). Insegurança alimentar leve (38,5%) - há preocupaçã
IBGE: Brasil tem 211,7 milhões de habitantes e Alagoas 3,3 milhões

IBGE: Brasil tem 211,7 milhões de habitantes e Alagoas 3,3 milhões

Brasil, Expresso
O Diário Oficial da União publicou, nesta quinta-feira (27), portaria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga as estimativas da população para estados e municípios, com data de 1º de julho de 2020.   As estimativas mostram que o Brasil já tem uma população de 211.755.692 de pessoas. Em 2019, a população estimada era de 210.147.125 pessoas. De acordo com a projeção, o Brasil ganhou mais 1,6 milhão de habitantes em relação ao ano passado. Somente em Alagoas, são 3.351.543 de pessoas. ORDEM UNIDADES DA FEDERAÇÃO POPULAÇÃO 0 Brasil 211.755.692 1 Rondônia 1.796.460 2 Acre 894.470 3 Amazonas 4.207.714 4 Roraima 631.181 5 Pará 8.690
Em nota, CNM demonstra preocupação com adiamento do Censo Demográfico 2020

Em nota, CNM demonstra preocupação com adiamento do Censo Demográfico 2020

Brasil
A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou nesta segunda-feira (24) nota em que afirma ser contra a possibilidade de adiar o Censo demográfico para 2022. O grupo afirma que a falta de dados prejudicaria os repasses financeiros da União para estados e municípios. Inicialmente previsto para 2020, o levantamento de dados foi adiado para 2021 por conta da pandemia do coronavírus. Na elaboração do orçamento de 2021, o governo avalia não incluir o Censo. Confira a seguir a nota na íntegra: É com muita preocupação que a Confederação Nacional de Municípios (CNM) recebe informações de que a realização do Censo Demográfico de 2020 pode vir a ser realizado apenas em 2022 em decorrência do remanejamento de orçamento. A entidade destaca que a o tema deve ser uma prioridade para o país po
IBGE: Produção industrial cresce em 14 locais em junho

IBGE: Produção industrial cresce em 14 locais em junho

Economia
A produção industrial cresceu em 14 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na passagem de maio para junho deste ano. As maiores altas foram observadas nos estados do Amazonas (65,7%) e do Ceará (39,2%), de acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados hoje (11). Também tiveram crescimento acima da média nacional (8,9%), os estados do Rio Grande do Sul (12,6%), de São Paulo (10,2%) e Santa Catarina (9,1%). Completaram a lista dos estados com alta na produção Minas Gerais (5,8%), Paraná (5,2%), Pernambuco (3,5%), Pará (2,8%), Goiás (0,7%), Rio de Janeiro (0,7%), Bahia (0,6%) e Espírito Santo (0,4%). A região Nordeste, única a ter a produção de todos os estados calculada de forma conjunta, cresceu 8%. Mato Grosso foi o ú
IBGE: Apenas metade dos lares brasileiros tem saneamento básico

IBGE: Apenas metade dos lares brasileiros tem saneamento básico

Brasil
Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básica, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil teve pela primeira vez, em 2017, a maioria dos domicílios atendida por serviço de esgoto sanitário. Segundo o levantamento, em 2017 havia 35,3 milhões de domicílios atendidos (ou 50,8% do total de unidades habitacionais do país). Em 2008 eram 25,4 milhões de lares, ou 43,6% da época. A pesquisa mostra ainda que 34,1 milhões de domicílios seguem desassistidos, ou 49,2% do total do país. Se for levada em conta a previsão prevista no Marco Legal do Saneamento, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, o Brasil deveria chegar a 90% dos domicílios com esgoto até 2033. Porém, nos nove anos de intervalo entre as duas pesquisas do IBGE, o Brasil avançou em
IBGE: Pandemia fechou 39,4% das empresas paralisadas durante a pandemia

IBGE: Pandemia fechou 39,4% das empresas paralisadas durante a pandemia

Economia
A pandemia do novo coronavírus provocou o fechamento de 522,7 mil empresas de um total de 1,3 milhão que encerraram suas atividades temporária ou definitivamente, na primeira quinzena de junho. Os dados são os primeiros resultados da Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas e fazem parte das Estatísticas Experimentais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 39,4% do total e a maioria, 518,4 mil (99,2%) era de pequeno porte, que são as de até 49 empregados; 4,1 mil (0,8%) eram de porte intermediário, as de 50 a 499 empregados; e 110 (0%) de grande porte, que têm mais de 500 empregados. O setor de Serviços foi o mais atingido. Foram 258,5 mil (49,5%), seguido do Comércio com 192,0 mil (36,7%), 38,4 mil (7,4%), da Construção