27 de janeiro de 2022Informação, independência e credibilidade
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Defender a vida custa sangue; bem-vindos à Era das Trevas

Estamos perdidos. O simples ato de pedir para que um animal use máscara pode custar uma vida. Tempos sombrios, estes, em que essa gente se sente empoderada para manifestar seus instintos malignos.

O caso do gari morto em Maceió, nesta segunda-feira (29), após discutir com outro passageiro que estava sem o acessório obrigatório dentro do transporte coletivo, nos causa indignação e comoção.

Ponto para “eles”. É uma batalha diária e cansativa combater os seres do pântano que não sabem conviver em sociedade. Não querem se proteger e ainda põem outras pessoas em risco. Felizmente, a história mostra que a humanidade evolui, independentemente da bestialidade conservadora e negacionista.

No caso do austríaco que morreu de Covid-19 na semana passada, após se infectar propositalmente em festa na Itália para não tomar a vacina, é menos um demônio na Terra, é um motivo para se comemorar.

Mas, quando a doença afeta a vida de inocentes, deve ser reprimido e punido com rigor. O assassinato em Maceió deixa uma família entristecida, pois um trabalhador perdeu a vida para a estupidez alheia.

Que não desistamos de um mundo melhor, sem doenças. 2022 está logo ali e é preciso que tenhamos ânimo para livrarmos o Brasil e o mundo dos carcarás sanguinolentos.

Mas, sem que haja punição para quem faz questão de tornar esse mundo um inferno, não vai adiantar. É preciso mostrar a esses animais que o crime não compensa.